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A versão animada da saga Planeta Hulk saiu na gringa semana passada, em dvd e blu-ray(aqui,sem previsão ainda). Além da adaptação,os discos vem recheados de extras, como comentários dos artistas envolvidos, além de um trailer da próxima animação Marvel: Thor: Tales of Asgard

O desenho  também ganhou uma capa exclusiva assinada por Alex Ross.

Normalmente as animações da DC são bem melhores, mas essa promete!

Antes de Mark Webb ser confirmado para o reboot da saga, o nome de Wes Anderson foi ventilado. Isso já deu pano pra manga, e uns caras fizem uma versão “andersoniana” da coisa. Muito divertido e cheio de referências. Se você não gosta do  WES, nem se de ao trabalho…

A tradicional fabricante de brinquedos MEZCO, surge com 2 novas séries em VINIL. A segunda de Hellboy e uma de Watchmen. Além disso, a empresa já confirmou  que adquiriu licença e que vai produzir figuras de Duelo de Titãs e Kick-Ass. Muito legais, e  coma uma pegada bem Mighty Muggs(Marvel) que por sua vez são bem toy-art. Que venham novas versões!

via: ToysNEWS

Opa, Universo Expandido em mais uma semana. E continuo falando do Superman. Semana passada mostrei como o início da década de 50 foi ótimo para o Azulão, com o primeiro filme e o seriado para a televisão, ambos interpretados pelo mito George Reeves, mas o final da década já não foi essas coisas com a morte de Reeves e o piloto “The Adventures of Superpup”. A má fase de repetiu no começo da década de 60, com mais um piloto que foi pra geladeira, “The Adventures of Superboy”. E não foi só o seriado que foi para a geladeira, as adaptações do Superman também ficaram congeladas, mas em 1973 a staff da Warner se junta para começar a produção de mais um filme do Superman. A ideia agora era recomeçar a história, mostrar desde a infância de Kal-El em Krypton, passando pela sua adolescência como Clark Kent em Smallville, até sua ida para Metrópoles como um repórter do Planeta Diário e como o ícone Superman!

A Warner, com a produtora Ilya Salkind, queria a perfeição, e para isso o roteiro e a direção do filme passaram por vários cineastas como Guy Hamilton, Mario Puzo, David Newman, Leslie Newman e Robert Benton. Mas então, Richard Donner foi chamado para a direção, e trouxe consigo o roteirista Tom Mankiewicz, que reescreveu a história do filme, deixando no ponto certo para Donner começar seu trabalho.

Em 1977 teve fim a escolha de elenco. Foram quase 200 testes para o papel de Clark Kent/Superman e quase 100 para o papel de Lois Lane. No final o jovem desconhecido (e magrelo) Christopher Reeve ganhou o papel ao cair nas graças dos produtores. A única condição era que Reeve teria que usar enchimento por baixo do uniforme. O garoto recusou! Ele pegaria pesado em exercícios para poder viver o herói. Era o primeiro passo para o nascimento de mais uma lenda nas adaptações do Homem de Aço (seria pela coincidência dos sobrenomes de George e Christopher?).

Para Lois Lane foi escolhida Margot Kidder. Também faziam parte do elenco: Gene Hackman (Lex Luthor) Glenn Ford (Jonathan Kent), Phyllis Thaxter (Martha Kent), Jackie Cooper (Perry White), Marc McClure (Jimmy Olsen) e Marlon Brando interpretou Jor-El, o pai biológico de Clark, um dos papéis mais marcantes de sua carreira (talvez o mais marcantes depois de O Poderoso Chefão). Além das participações de Kirk Alyn e Noel Neill, o Superman e Lois Lane da década de 40.

Tendo fim às pós-produções em Outubro de 1978 o filme estreia nos EUA em 15 de Dezembro de 1978 (chegando aqui no Brasil no ano seguinte).

Foi um tremendo sucesso. Reeve foi ovacionado e, da mesma forma que George Reeves, começou a fazer história na pele do Superman. “Superman – O Filme” é tão importante para a indústria cinematográfica e para as adaptações de quadrinhos que até hoje é considerado por muitos o melhor filme de super-heróis já produzido (eu sou um dos que consideram).

Superman – O Filme” recebeu três indicações ao Oscar (Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, Melhor Edição) e um prêmio especial pela Academia do Oscar pelos efeitos especiais apresentados no filme. Foi indicado ao Globo de Ouro como melhor Trilha Sonora. Ganhou um Grammy também pela Trilha Sonora. E por fim, ganhou um BAFTA na categoria de Ator Protagonista além de ter sido indicado em mais quatro categorias, a de Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Som e Melhor Ator Coadjuvante (Gene Hackman).

E me desculpem todos que esperavam piadas… Eu não consigo zoar com esse filme, nem fazendo muito esforço.

 

Vou usar uma frase que eu uso com frequência aqui na coluna: “Mas, sempre dá merda!”. Isso resume o que aconteceu com “Superman II: A Aventura Continua”. Richard Donner voltara para a direção, mas por divergências com a equipe de produção da Warner, Donner foi demitido, e segundo ele já havia gravado 75% do filme.

Richard Lester assumiu a direção, e passou a tesoura em grande parte do trabalho que Donner havia feito. Fez umas modificações no roteiro e logo “Superman II” ganhou uma marca (diferente dos Oscars, Grammys e Globos de Ouro do primeiro filme) a de maior filme editado de todos os tempos. Passando surpreendentemente o clássico Star Wars, de George Lucas.

Na mão de dois diretores o filme ficou meio estranho. Sem dizer que Marlon Brando não voltou ao papel de Jor-El (por ter brigado com a equipe de produção, chegando a processar a Warner Bros.). A notícia boa era no elenco vilanesco do filme Terence Stamp, Sarah Douglas e Jack O’Halloran interpretaram respectivamente Zod, Ursa e Non, guerreiros Kryptonianos que voltaram da Zona Fantasma após serem aprisionados por Jor-El, o mais bacana é que esse acontecimento foi mostrado no filme de 1978 (mostrando que Donner já pensara em uma continuação quando ainda produzia o primeiro filme). E claro, como não podia faltar, Gene Hackman voltava no papel do careca Lex Luthor, junto de Christopher Reeve (novamente na pele de Superman) e Margot Kidder (Lois Lane).

Foi em “Superman II” que um dos momentos mais esperados da história do Azulão aconteceu: Lois Lane descobriu que Clark era o Superman e ainda tem um a noite de amor com ele. Infelizmente para salvar o mundo do General Zod, Clark teve que abrir mão do amor de Lois, fazendo com que ela se esquecesse do seu segredo. Porém, isso não foi o suficiente, a continuação de “Superman – O Filme” não foi melhor do que seu antecessor e muito da culpa é posta na troca de diretores. Quem sabe se Richard Donner tivesse continuado na direção o filme não seria melhor, mas já podemos sentir esse gostinho, pois em 2006 foi lançado direto para DVD “Superman II – The Richard Donner Cut”, que tenta mostrar da forma mais fiel possível como seria o filme na versão do diretor, utilizando cenas excluídas e matérias extras nunca antes utilizados.

Com a saída de Donner, inicia-se a “Era Negra” do Superman no cinema.

 

Mesmo não tendo o mesmo brilho do primeiro filme, “Superman II” deu dinheiro, e isso foi mais do que motivo para o estúdio WB começar a produção de um novo episódio para a série.

Em 1983 estreia nos cinemas norte-americanos “Superman III” que trouxe não só mais uma aventura do Homem de Aço, mas também um filme cheio de controvérsias. O terceiro filme da série foi criticado em vários pontos, o mais evidenciado é a tentativa do diretor Richard Lester de colocar sequências cômicas (ou pelo menos tentaram, pois as cenas eram sem graças e desnecessárias) no filme, tanto é que o humorista Richard Pryor (que interpretou o vilão Gus Gorman, um gênio da informática) foi contratado para o filme. Pelo roteiro Pryor conseguiria um destaque muito maior do que o próprio protagonista, mas Reeve fez mais um grande trabalho ao interpretar o Azulão, mostrando o quão bom ator ele era, não importando com a forma que a história foi escrita.

Superman III” foi marcado também por várias intrigas que ocasionaram muito nas mudanças no elenco. Umas delas foi uma briga de Gene Hackman com os Salkinds, devido a forma que os produtores tratavam o antigo diretor Richard Donner. A briga resultou na saída de Hackman que foi substituído por Robert Vaughn (que interpretou o vilão Ross Webster, um empresário corrupto que contrata Gus Gorman), seu personagem era extremamente parecido com Lex Luthor.

Outra briga foi a de Margot Kidder, pelo mesmo motivo de Hackman, como resultado Lois Lane só aparece durante 5 minutos do filme. Annette O’Toole interpretou a mocinha de “Superman III”, Lana Lang (para quem não sabe O’Toole interpretou recentemente Martha Kent na série Smallville).

Claro que nenhum dos produtores confirma todas essas brigas, sobre o caso Gene eles falam que a agenda dele estava cheia e teve que ser substituído por outro ator, e a desculpa do caso de Kidder foi a de que a relação Lois Lane/Superman já havia sido explorada nos dois filmes anteriores e queriam dar destaque a Lana. Você acredita? Bem… eu não.

O único ponto positivo (que já comentei) foi a atuação perfeita de Christopher Reeve, que mostrou um Superman completamente diferente, egoísta e arrogante (isso devido a uma exposição à kryptonita).

Por fim, depois do fracasso do filme “Supergirl” de 1984 (que vou comentar semana que vem), temos o grande vencedor de dois Framboesas de Ouro, um na categoria de Pior Atriz Coadjuvante e um na categoria de Piores Efeitos Especiais, “Superman IV: Em Busca da Paz”.

O filme lançado em 1987 dispensa qualquer tipo de comentário de tão ruim que é, e olha que a ideia de trama não é das piores, tendo até um vilão com a força à altura do Super, o Homem-Nuclear (Mark Pillow).

Com Richard Lester fora da direção, sendo substituído por Sidney J. Furie, Margot Kidder e Gene Hackman voltam para os papeis de Lois Lane e Lex Luthor, e mais uma vez Christopher Reeve interpretou o Azulão (provando que não importava o filme, o cara manjava). Mas não adiantou, “Superman IV” se tornou uma das piores adaptações de quadrinhos, em completo contraponto com o primeiro filme.

Com a má recepção do quarto filme a Warner decide trilhar o Cuecudo por outros caminhos, fechando assim a cinessérie. Mas em 2006, o diretor Bryan Singer revive a série criando um novo “Superman III”. O filme “Superman: O Retorno” trazia de volta todo o ar clássico dos anos 80 novamente para as telonas, sendo continuação direta de “Superman II”, excluindo da cronologia os dois filmes ruins da série. Mas isso é papo pro futuro.

E é importante ressaltar o ícone que nasceu vestindo azul, vermelho e amarelo, Christopher Reeve provou que um ótimo personagem pode permanecer vivo mesmo com roteiros ruins e péssimas produções. Christopher transformou-se no verdadeiro mito, superando George na década de 50. E até hoje, quando a origem do Superman é contada (tanto em filmes, séries ou nos próprios quadrinhos) menções são feitas para o filme de 1978, e sempre que um Superman é desenhado, é impossível não usar os traços físicos de Reeve como referência. Duvida? Dê uma folheada nos quadrinhos do Superman desenhados por Gary Frank.

O Mito torna-se imortal. O Superman sofreu um acidente no dia 27 de maio de 1995, ao cair de um cavalo fraturou as vértebras e ficou tetraplégico. O herói descobriu sua kryptonita. Em 10 de outubro de 2004, Revee morre vítima de infarto. Um de seus últimos trabalhos foi interpretando o personagem Dr. Swann, em 2003, no seriado “Smallville” nos episódios “Rosetta” e “Legacy”.

Falar do Superman é uma coisa meio triste mesmo, mas semana que vem prometo umas risadas… Abraço!!!

O desenhista brasileiro Rafael Grampá confirmou que desenhou o Wolverine pra Strange Tales, revista autoral  da Marvel Comics, onde grandes nomes dos gibis indies desenham histórias dos personagens da editora. Rafael também teve  relançado pela Dark Horse, seu MESMO DELIVERY(imagem ao lado)uma edição cheia de extras, que vem sendo muito bem resenhada,  repercutindo positivamente para o brasileiro. Grampá ainda está envolvido na produção de Furry Water com o escritor gáucho Daniel Pellizzari.

Um grupo de brasileiros envolvidos no mundo dos comic-books resolveu fazer uma ação em solidariedade ao tão sofrido povo do Haiti. São 4 itens em leilão no ebay, com todo dinheiro arrecadado sendo revertido para a Hawaian Healt Fundation. Os itens são: 2 belas esculturas de Robert Von Behr e Helder Moreira(Destroyer,foto abaixo), além de 2 artes originais pra revistas da Marvel,uma sendo de Will Conrad e outra de Mike Deodato Jr. Pra conferir os leilões e dar uma conferida nas peças, você pode clicar aqui.

A nova animação do Homem De Ferro dará a cara em DVD mês que vem na Comix. Com uma abordagem diferente dos quadrinhos, Tony Stark é um adolescente multimilionário que tem que conciliar sua vida de estudante,sobreviver graças a sua moderna armadura e ainda combater Gene Khan (Mandarin). Clique aqui e compre em PRÉ-VENDA!

A editora paulista confirmou via twitter o lançamento no Brasil, da elogiada série de Michael Chabon, autor do homérico Incríveis Aventuras de Kavalier & Clay , “universo” do qual  “O Escapista” é proveniente.  A Devir não divulgou mais detalhes.

Não li a série, mas o livro é realmente excelente, e agradou desde os nerds hardcore ao leitor “civil”.

Na gringa saiu em 3 volumes, com participação de grandes nomes da indústria, como Milke Mignola e Bill Sienkiewicz.Vamos torcer para que saia logo!

O volume 2 da série de Greg Rucka sai essea semana pela Devir. Pra quem é fã do roteirista, bem como suas histórias repletas de violências, tensão e excelente diálogos, um prato cheio:

do release:

Jogos de Poder Vol 02 – Operação Estrela do Amanhã

Para Tara Chace e os Guardiões, o Afeganistão tem sido um caldeirão político durante anos. Quando o regime Taleban descobre que alguns jornalistas estrangeiros também estão servindo como agentes secretos do SIS, eles reúnem todos os repórteres em Cabul para tentar encontrar os espiões.

Momentos antes de ser levado sob custódia, David MacMillan guarda uma lista dos contatos da Frente Unida no sul do Afeganistão, em um esconderijo secreto, mantendo-a longe das mãos do inimigo. Se os Guardiões não encontrarem a lista antes do Taleban, muito mais vidas poderão ser perdidas.

Quando o Diretor de Operações, Paul Crocker, decide enviar apenas seus agentes masculinos, isso não agrada à Tara, que preferiria estar em ação em vez de ficar aguardando o término da operação. Acrescentando insulto à injúria, ela também é obrigada a frequentar sessões de terapia para lidar com os efeitos de missões anteriores.

Sem disposição para ficar sentada, Tara passa seu tempo tentando montar o quebra-cabeça, auxiliando os Guardiões Wallace e Kittering na sua angustiante corrida contra o relógio.

Operação: Estrela da Manhã é o segundo volume da premiada série em quadrinhos Jogos de Poder, escrita pelo romancista Greg Rucka (Whiteout). Neste capítulo essencial, a arte fica a cargo de Brian Hurtt (Skinwalker), Bryan O’Malley (Scott Pilgrim) e Christine Norrie (Hopeless Savages; indicada ao Prêmio Russ Manning 2002).

Este livro também apresenta as artes de entrada de capítulos de John K. Snyder III (Lanterna Verde: O Dia Mais Claro, A Noite Mais Densa) e uma nova capa de Durwin Talon (Panel Discussions, Skinwalker).

A Comix preparou uma grande surpresa para os fãs de mangás e quadrinhos. Nos dias 06 e 07 de fevereiro, será realizada a 1ª Fest Comix Edição Especial Belo Horizonte, durante o evento Anime Punch, no Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH.

É uma ótima oportunidade para ter acesso ao maior acervo de quadrinhos e mangás do país, com milhares de produtos em promoção. Nesta edição especial, serão disponibilizados mais de 100.000 exemplares de HQs e mangás.

Com descontos de 20% a 80% – e ofertas a partir de R$ 1,00 -, A 1ª Fest Comix Edição Especial BH será uma ótima oportunidade para você completar sua coleção.

Não perca, venha também atualizar sua coleção com os últimos lançamentos!!!

Sobre o evento Anime Punch

Dada a carência de eventos do gênero em território mineiro, o Anime Punch aparece para suprir a alta demanda de produções similares às que se encontram em outros municípios como Rio de Janeiro e São Paulo; este último é principal referência do mercado de cultura pop japonesa no Brasil.

As atrações do Anime Punch

Sem dúvida o ponto mais alto dos eventos de animê são os concursos de cosplay. E no Anime Punch não será diferente. Diversos cosplayers mineiros se preparam para sua apresentação em concursos como no Anime Friends, em São Paulo. Desta vez terão a mesma oportunidade em casa.

Atração principal do evento, o palco também é cenário para diversas atividades no decorrer do dia, com Anime Quiz, jogo de perguntas e respostas com os visitantes, Anime Bingo, talk-show com os apresentadores e palestras. Complementando a programação, bandas brasileiras formadas por fãs fazem apresentações ao vivo com interpretação dos temas mais queridos dos animês, em português e japonês, além de músicas do cenário pop musical oriental.

Também são realizadas pequenas atrações divididas em “salas temáticas”, onde a programação fica a cargo de grupos de fãs que fazem um cadastro prévio. Nelas há um conteúdo muito variado e um dos pontos onde há a intercambialidade de cultura entre os fãs não só de animês e mangás como de quadrinhos, séries de TV e filmes.

Há também outros concursos menores. O Animekê, em que o público participa de uma sessão de karaokê com músicas tema de animês, e os campeonatos de jogos. Também são realizados pequenos encontros com disputas de card games (Magic, Pokémon, Yu-Gi-Oh) e videogames portáteis (Game Boy, Nintendo DS, PSP).

Serviço

Anime Punch

Data: 06 e 07 de fevereiro
Horário: das 11h as 19h
Local: Centro Universitário de Belo Horizonte – UniBH
Endereço: Rua Libero Leone, 259 Estoril – Belo Horizonte – MG

Ingresso: R$ 10,00 (antecipado) e  R$ 15,00 (na porta)

Observações: Não é permitido fumar, entrar com bebidas alcóolicas ou objetos perfurantes. Não há estacionamento. Acesso para deficientes físicos. Faixa etária 10 anos. Entrada gratuita para maiores de 65 anos.

Mais informações: (11) 3275-1596 ou www.animepunch.com.br

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